SF2I – Guerra dos Seis Dias

Introdução

Durante meados dos anos 1960, as tensões entre os Estados Árabes e Israel aumentaram. Em novembro de 1966, Egito e Síria assinaram um acordo de defesa mútua, no mesmo mês, forças israelenses entraram na Cisjordânia (West Bank) para destruir a vila de As Samu em retaliação ao aumento dos ataques da guerrilha palestina. Em 1967 os líderes israelenses repetidamente ameaçam invadir a Síria e derrubar o governo sírio se os ataques da guerrilha através da fronteira não pararem. Em abril de 1967, ocorrem sérios combates aéreos entre sírios e israelenses sobre o espaço aéreo sírio. O primeiro ministro de Israel alerta que Damasco pode ser ocupada se necessário.

De posse de informações falsas fornecidas pelos soviéticos, de que Israel havia mobilizado duas brigadas na fronteira síria visando um ataque supostamente previsto para o dia 17 de maio, o Egito reage enviando tropas para a fronteira israelense. A Síria por sua vez também movimenta suas tropas para a fronteira. Porém, fica claro que é muito difícil aos egípcios auxiliarem os sírios, em cumprimento ao acordo por eles firmado, devido a presença das tropas da UNEF (United Nations Emergency Force) no lado egípcio da fronteira com Israel desde a guerra de 1956.

O presidente egípcio sofre grande pressão de outros líderes árabes para que remova as tropas da UNEF, sob a acusação de não estar cumprindo com suas responsabilidades de líder árabe. Ele é acusado de não associar ações as palavras e de se esconder atrás do escudo da ONU em vez de pensar na libertação da Palestina. Então, em 16 de maio o presidente egípcio faz o movimente que leverá inexoravelmente ao início da guerra, ele solicita a ONU que remova as tropas da UNEF da fronteira entre Egito e Israel.

Em 16/05/1967 o Egito fecha o Estreito de Tiran, no Golfo de Aqaba, aos navios de bandeira israelense, cortando a única rota de suprimentos de Israel com a Ásia e impedindo o fluxo de petróleo de seu principal fornecedor, o Irã. Sob a lei internacional, este ato é considerado um ato de guerra. No dia 30/05/1967 a Jordânia assina um tratado de defesa mútua com o Egito, juntando-se à aliança militar já existente este entre último e a Síria. As forças armadas jordanianas são então colocadas sob comando egípcio.

Em 03/06/1967 o Egito tem 210 mil soldados prontos para combate, 100 mil deles com 930 tanques prontos no Sinai. Eles possuem ainda cerca de 30 bombardeiros Tu-16 de construção soviética, os quais são uma ameaça as cidades israelenses. Globalmente a Força Aérea Egípcia é a maior e mais moderna de todas as forças árabes, possuindo cerca de 450 aeronaves de combate todas de origem soviética. Quando a Jordânia e a Síria entrarem na luta, a IDF/AF (Força de Defesa de Israel/Força Aérea), possuindo apenas 200 aeronaves de combate, deverá lutar em três frentes contra 250 aeronaves adicionais da Força Aérea Síria, Real Força Aérea da Jordânia e Força Aérea do Iraque.

Missões

05/06/1967 – Missão #01

05/06/1967 – Missão #02

06/06/1967 – Missão #03

06/06/1967 – Missão #04

06/06/1967 – Missão #05

07/06/1967 – Missão #06

07/06/1967 – Missão #07

08/06/1967 – Missão #08

08/06/1967 – Missão #09

09/06/1967 – Missão #10

10/06/1967 – Missão #11

 

Fontes:

Six Day War Comprehensive Timeline
Myths & Facts – A Guide to the Arab-Israeli Conflict
The Miracles Of Six Day War – A Timeline

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