SF2I – Guerra dos Seis Dias – Missão #05

Status da Campanha:

Ao final do segundo dia de campanha há uma redução nas operações aéreas. Apesar disto, as unidades de solo continuam pressionando em todas as frentes e as forças aéreas inimigas parecem incapazes de esboçar qualquer reação.

Briefing:

O objetivo desta missão é executar a supressão da defesa aérea inimiga na Base Aérea de Aqaba. Os alvos são as peças de artilharia antiaérea (AAA) que protegem a base.

A esquadrilha será formada por dois Shahaks (RAMBLER), cada um armado com dois pods de foguetes não guiados Matra 155 e dois tanques alijáveis de 1300 litros.

Missão:

Terceira missão do dia, enfraquecer as defesas antiaéreas da base de Aqaba. Por estar muito próxima a fronteira esta base permite a chegada de reforços e suprimentos por via aérea bem próxima do front. Claro, se eles não forem interceptados primeiro. De qualquer forma o alto comando resolveu amaciar as defesas da base provavelmente visando um ataque aéreo posterior.


Com a autorização da torre, acelero o Shahak que rapidamente atinge a velocidade de rotação. Após a reunião do meu ala, prosseguimos a uma altitude média. Agora que não há mais a necessidade o elemento surpresa, e como boa parte do vôo será sobre o nosso próprio território, não faz sentido efetuar o vôo rasante até o alvo.

Efetuo a descida algumas milhas antes do ponto inicial, como a base alvo fica dentro de um vale e conseguimos chegar sem sermos detectados.


Antes de iniciar o ataque verifico com o GCI se há alguma aeronave inimiga na área que possa oferecer algum tipo de ameaça. Com a negativa do GCI, iniciamos o ataque. Escolho como primeiro alvo um radar P35.

Novamente avalio mal à distância e os foguetes caem depois do alvo, faço uma volta à esquerda sem me dar conta do risco de fazer a curva pelo meio da base.

Por sorte parece que os artilheiros foram pegos de surpresa ou fugiram. Enquanto eu faço a volta meu ala começa seu ataque, destruindo o seu alvo.

Na minha segunda passagem contra o radar finalmente acerto algo no solo. Desta vez os foguetes atingem o alvo.

Continuamos a série de ataques com foguetes e os canhões de 30 mm até que a maioria das baterias antiaéreas seja destruída.


Com boa parte da munição gasta, decido que não vale à pena continuar arriscando os aviões e retorno a base.

Antes, chamo o GCI para saber se há alguma aeronave inimiga nas proximidades. Como não há mais alvos nas redondezas, retornamos a base sem nenhum incidente.

Debriefing:

A missão ocorreu sem maiores problemas. A ausência de reação da AAA me surpreendeu mais que a ausência de caças inimigos, pois neste tipo de missão eu esperava no mínimo que uma das aeronaves voltasse danificada.

No momento do pouso notei algo estranho na pista. Destroços de 4 Mystère IVA, que deveriam executar uma missão de ataque em Ar Ramtha. Provavelmente algum bug do simulador que destruiu a esquadrilha ao iniciar sua missão.

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