SF2I – Guerra dos Seis Dias – Missão #02

Status da Campanha:

A guerra foi efetivamente iniciada na manhã de 05 de Junho quando Israel, em resposta a ampliação militar egípcia, lançou um ataque de surpresa contra a Força Aérea Egípcia.

Nesta mesma manhã, Israel mandou uma mensagem ao Rei Hussein líder da Jordânia através do Departamento de Estado dos EUA, da ONU e pelo British Foreign Office, dizendo que a despeito do início das hostilidades, não atacaria a Cisjordânia se a Jordânia não iniciasse as hostilidades naquele fronte. A Jordânia ignorou o apelo de Israel para evitar o conflito.

Em terra a 31ª Divisão da IDF tomou Bir Lahfan e prossegue na ofensiva contra Bir Hamma.

Briefing:

Nossa segunda missão do dia é atacar o Aeroporto Internacional do Cairo. O alvo é a pista de pouso que deverá ser colocada fora de operação.

Desta vez a esquadrilha será formada por 4 Shahak, cada um armado com a carga padrão de 4 bombas de 540 lbs e 2 tanques alijáveis de 1300 litros, além de tanques internos e munição dos canhões completados. Assim como na primeira missão, a distância até o alvo impõem sérias restrições em relação ao combustível.

Missão:

Após a decolagem rumamos para o mar para entrarmos em formação. Assim como ocorreu com a primeira onda de ataque, a segunda também prevê um ataque surpresa. Sendo assim, o voo é efetuado a baixa altura sobre o mar, com silencio rádio e radares desligados.

Entramos em território egípcios próximo a Port Said, configuro o sistema para lançar as 4 bombas simultâneamente, com intervalo de 140 metros.

Desta vez as defesas anti-aéreas egípcias estão alertas e algumas baterias AAA abrem fogo contra as aeronaves atacantes.  Ao passar pelo PI ordeno ao segundo elemento, aviões 3 e 4, que ataquem a pista. Ao mesmo tempo inicio uma subida com o nº 2 para atacar a pista.

Ao me aproximar do alvo, vejo que outras esquadrilhas já estão bombardeando o alvo, inclusive a pista. Novamente meu lançamento não é dos melhores e desta vez as bombas ultrapassam o alvo e atingem um caminho dentro do próprio aeroporto.

Durante a saída do alvo recebo uma mensagem de Red Crown, me alertando sobre MiGs a 12 horas, 6 milhas. São MiG-21 da base de Inshas, parece que eles não esperavam uma segunda onda de ataque pois os MiGs decolam após as aeronaves lançarem suas bombas.

Executo uma subida para a esquerda enquanto o MiG segue atrás dos aviões das outras esquadrilhas. Ele passa à minha direita, mais abaixo. Ordeno meu ala que fique na cobertura e ordena 3 e 4 a engajarem outros alvos aéreos.

Não consigo alcançar o MiG antes que ele derrube uma das aeronaves de ataque.

O MiG se prepara para um novo ataque quando percebe a presença dos Shahak, ele aciona o pós-combustor e tenta fugir.

Aciono o pós-combustor também e logo o MiG está ao alcance dos canhões, uma curta rajada de um segundo e o MiG irrompe em chamas à minha frente.

Executo uma curva a esquerda e solicito a Red Crown que prontamente me informa a presença de MiGs a esquerda,9 horas, 15 milhas vindo para sudeste na minha direção. Verifico o combustível e decido engajar o MiG que parece estar retornando a base.

Me aproximo pelas 6 horas do MiG e aguardo até que a distância seja mínima antes de abrir fogo.

Mais uma rápida rajada e o MiG-21 se desmancha com grandes chamas alaranjadas.

Com a maior parte das aeronaves de ataque já a caminho de suas bases, chamo minha esquadrilha para que retornem a formação. É quando sou alertado de outro MiG, 4 horas, 4 milhas, anjos 5 vindo na minha direção. A segunda chamada de Red Crown não deixa dúvidas, o MiG está a 3 milhas, 5 horas ainda atrás de mim.

Aciono o pós-combustor e puxo o manche e para encarar o bandido que passa direto por mim. O Shahak não foi projetado pela França para dogfight, mas como interceptador de bombardeiros. Suas asas em delta oferecem excelente capacidade de vôo a alta velocidade, funcionando como enormes freios durante as manobras de um combate aéreo.

Ordeno ao segundo elemento que engaje o bandido, enquanto acelero o avião e fico na cobertura caso outro MiG apareça.

O número 3 efetua vários disparos, mas não consegue atingir o MiG, preocupado com a quantidade de combustível e estando numa posição de vantagem, ordeno ao 3 que saia ao mesmo tempo que entro na cauda do MiG-21 e com uma rajada mais longa derrubo o avião.

Solicito novamente o reporte de MiGs a Red Crown. O mais próximo está a 7 horas, 15 milhas indo para o leste. Estamos rumo noroeste o que coloca o MiG indo em direção contrária a nossa. Com os tanques baixando é a nossa chance de cair fora daqui, reuno a esquadrilha e subimos para 15000 pés.

O retorno novamente não apresenta maiores problemas, mas antes de alcançar o litoral israelense a luz indicativa de nível de combustível crítico acende no painel. Há uma base aérea no litora e eu tenho que decidir se pousamos nela para reabastecer antes de voltarmos a Ramat David, ou se prosseguimos direto.

Este é o tipo de decisão que uma vez tomada não há como voltar atrás, se o combustível não for suficiente para chegar a base teremos que abandonar os aviões.

Decido tentar Ramat David, retardando a descida máximo possível. Pouso em Ramat David com apenas 96 litros de combustível nos tanques ou mais 3 minutos de vôo.

Debriefing:

Embora a missão tenha sido declarada como bem sucedida, nenhuma das aeronaves conseguiu atingir o alvo, este foi destruído por outras esquadrilhas. Novamente iniciei o mergulho de bombardeio antes da hora.

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